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história

Conta-se que alguém procurou um sacerdote bastante sábio para fazer uma confissão. Contou que havia levantado um falso testemunho. Havia feito uma fofoca que não passava nem sequer perto da verdade. Mas estava arrependido. O sacerdote perguntou se o penitente estava disposto a reparar seu erro. Ele respondeu rapidamente que faria qualquer coisa para receber o perdão de Deus. O padre, então, sugeriu que o penitente fizesse um exercício antes de receber a absolvição. Mandou-o abrir um saco de penas ao vento e jogar de cima de um pequeno monte. Assim foi feito.

Voltando, o cidadão satisfeito com a penitência cumprida contou ao padre que fizera como havia indicado. Mas para sua surpresa o sacerdote disse: “Calma… Esta era apenas a metade da penitência. Agora você vai recolher todas as penas no saco novamente e trazer aqui”. O moço ficou apavorado e disse: “Mas isso é absolutamente impossível. O vento levou as penas para os quatro cantos da planície”. Então, o sacerdote ensinou: “Assim acontece com a fofoca… é fácil espalhar, o difícil é recolher!”

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Pre-projeto para a Monografia

1. INTRODUÇÃO 1.1 TEMA          O conceito de Liberdade no existencialismo de Sartre 1.2 PROBLEMA            Como podemos compreender a liberdade no existencialista de Sartre? 1.3 PROBLEMÁTICA             Podemos considerar em Sartre a voz do existencialismo, cujo foco principal é a liberdade do sujeito. Ele descreve esse sujeito como projetor do seu futuro e de certo modo, exclui o passado desse; gerando assim, um processo pelo qual o homem vem a ser num outro momento, aquilo no que ele nasceu pra ser, livre em plena liberdade, na medida em que o sujeito torna-se ou se faz aquilo que escolheu a partir de uma indeterminação. E essa indeterminação é a ausência da essência, pois ela não é dada ela é construída.          As concepções tradicionais, por basearem se em uma essência inata do ser, são conhecidas como essencialistas. Já a última, que dá ênfase ao fato de o ser humano primeiro existir e somente em seguida constituir uma essência, é conhecida como existencialismo (PENHA, 2001).        …

Capitulo 3

A existência do homem livre         A filosofia de Sartre só se trata no caso humano, a existência precede a essência, pois o homem primeiro existe, depois define, enquanto todas as outras coisas são o que são, sem se definir, e por isso sem ter uma "essência" posterior à existência. O sentido humano da fórmula sartriana de que " a essência precede a existência" é este: dado o modo como somos, a experiência essencial de nós mesmos é uma experiência de não coincidência, ou seja, é a experiência de não termos essência. A liberdade como não coincidência é o que nos define essencialmente; por isso, dirá Sartre, com ares de paradoxo: " o homem está condenado a ser livre” (Carrasco, Alexandre de Oliveira Torres; A liberdade; São Paulo: WMF Martins Fontes, 2011. Pg.39.).
        É o homem o centro da filosofia sartriana, pois a existência precede a essência. Ele não é aquilo que se apresenta, mas ele é todo processo histórico de mudanças que veio a ser este homem de Ho…